Ah,
Paris! Chegar a esta cidade sem experimentar uma forte emoção batendo no peito
é difícil. Poucos são os que conseguem continuar indiferentes à mágica que
emana da Cidade Luz. Entre o aeroporto, em Orly, e o hotel, mil coisas já
instigam nosso pensamento e nos impulsionama saltar da vã ali mesmo e já sair
pelas ruas, sem perder um só minuto. Tudo em Paris é harmonia, arte, charme,
história e cultura. Desde os charmosos boulevards aos característicos prédios
de seis ou sete andares, desde as colunas Morris (vocês saberão o que é durante
a viagem), até as placas indicando as estações de metrô. E ainda os quiosques
de revistas, monumentos históricos, pequenos e aconchegantes restaurantes, as
irresistíveis patisseries, os grandsmagasins e - sim - já dá para vê-la daqui:
A Torre Eiffel! Neste momento o que sentimos é que estamos na eminencia de
transbordar, e nem sequer o notório mau humor dos parisienses (talvez por conta
do frio) consegue estragar a emoção da chegada.
Depois
de acomodados no hotel, e ainda meio tontos de sono mais de doze horas de voo
naqueles terríveis assentos de avião, a gente sempre se pergunta: Por onde
começar a visita a Paris? Começamos pelo bairro em que
estamos hospedados, Montmartre. Mesmo com o frio intenso que fazia em Paris
(5Cº), saímos do quarto para ver de perto o que nos esperava; e não nos
arrependemos. Paris é fantástica em qualquer hora do dia, em qualquer estação
do ano. Nesta espécie de “reconhecimento de campo” Destaco o Ópera Garnier, e o
Kebab que comemos em um café árabe aqui perto do hotel. Ao andar pelas ruas e
ver a Sacre ceur do alto da colina confesso que me emocionei. Emoção é o que
não vai faltar nesta aventura de oito dias. Continuem nos acompanhando.
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